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Chefe da Defesa Civil de Barbacena fala sobre a situação das chuvas na cidade

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A chuva não dá trégua em Minas Gerais, várias cidades sofrem com os impactos dos temporais e Barbacena não é diferente. O chefe da Defesa Civil da cidade, Ricardo de Paiva Guimarães, fez um balanço sobre os estragos causados pela chuva na cidade. 

Apenas entre sexta-feira (7) e domingo (9) a Defesa Civil recebeu 18 chamados: 6 por quedas de galhos de árvores, 2 desabamentos de muros, 1 risco de rompimento de lagoa, 7 deslizamentos de massa e 2 núcleos familiares que tiveram seu imóvel interditado. Não foram registradas mortes, feridos e desalojados até o momento. 

A cidade recebeu alerta do Cemaden, Centro Nacional de Monitoramento de Deslizamento, “Barbacena foi e está sendo construída desordenadamente, sempre sob montanhas e consequentemente, sob suas encostas. Estima-se hoje que 3200 pessoas e mais ou menos 800 moradias ou estruturas estejam expostas a risco de deslizamento”, afirma Ricardo. Ele ainda explica que em casos de risco moderado, como na cidade, “A conduta da defesa civil é colocar todas as equipes de apoio previstas no nosso plano de contingência na situação de sobreaviso e realizar patrulhas de monitoramento dessas áreas de risco”. 

“A população precisa apoiar e acatar as orientações e determinações da equipe técnica da defesa civil. Temos encontrado muita resistência de alguns cidadãos para desocupar as instalações interditadas e condenadas pela defesa civil. Nós sabemos dos transtornos que é ter que sair da sua residência, especialmente neste período de chuva e incerteza”, se solidariza. 

Qualquer situação anormal como ruídos estranhos, trincas nas paredes, vidros de janelas quebrando sem motivo aparente, rachaduras no solo, grandes infiltrações ou a elevação rápida no nível dos cursos d’água, é necessário abandonar sua residência e procurar um abrigo seguro, seja na casa de amigos, parentes ou em escolas e postos de saúde próximos. Também é necessário entrar em contato com a defesa civil pelo número 199 ou pelo WhatsApp 3693-8501, que funciona 24 horas por dia. 

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Professores da educação básica terão reajuste no piso salarial

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O presidente Jair Bolsonaro anunciou pelo Twitter, reajuste de 33,24% no piso salarial dos professores da educação básica. “É com satisfação que anunciamos para os professores da educação básica um reajuste de 33,24% do piso salarial. Esse é o maior aumento já concedido pelo governo federal desde o surgimento da Lei do Piso”, afirmou.

Com o ajuste, o piso passa de R$2.886 para R$3.845. O aumento leva em consideração o valor, por aluno, pela variação da inflação nos últimos dois anos, conforme prevê a Lei do Magistério. Segundo o presidente, mais de 1,7 milhão de professores de estados e municípios, que lecionam para mais de 38 milhões de alunos nas escolas públicas, serão beneficiados.

O piso salarial é o valor mínimo que profissionais de uma determinada categoria devem receber. Neste caso, trata-se do vencimento mínimo para os profissionais do magistério público da educação básica em início de carreira. A regra foi criada por uma lei de 2008 e é válida em todo o país.

Além disso, a norma estabelece que os reajustes devem ser anuais. “Isso existe para equiparar os salários dos professores da educação básica pública aos salários de outros profissionais com escolaridade equivalente”, explicou o secretário de Imprensa e Divulgação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Luiz Carlos Vieira.

O valor do piso do magistério é calculado com base na comparação do valor aluno-ano do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) dos dois últimos anos e atende a profissionais com formação em magistério em nível médio e carga horária de trabalho de 40 horas semanais.

Fonte: Itatiaia e G1

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