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Coluna – Débora Marcier – 01/04

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HARMONIZAÇÃO FACIAL            

Convidei os especialistas no assunto os queridos Dr. Antônio José Bittencourt Rosa e  Drª Maria Fernanda Castro Miranda.

Falar sobre Harmonização facial vai muito além da Estética. Estamos falando em proporcionar o resgate à autoestima, alguns fazem para exaltar seus melhores pontos, acrescentam beleza à sua, outros desejam corrigir traumas estéticos que acompanhou durante toda sua vida e isso é libertador.

Lágrimas ou aquele olhinho brilhando é constante, logo após cada procedimento realizado, e compartilhamos isso não para comover, mas sim reforçar que cuidarmos dos nossos sonhos e desejos é libertador e, mais ainda, transformador.

Trabalhamos com a transformação da face através da Harmonização. Muitos chegam e dizem que desejam fazer Harmonização facial, assim explicamos que a Harmonização se trata do conjunto de vários procedimentos e assim avaliamos quais se encaixam ao caso do paciente. Cada um tem uma realidade, cada um tem a sua beleza. Vir nos procurar esperando ficar igual a certa outra pessoa ou famoso não é tão frequente quanto aqueles que vem simplesmente estar bem com si próprio. Somos procurados para melhorar a autoestima e valorizar toda a beleza que o paciente já tem o que falta é essa conexão da satisfação interna com a externa. Quando alcançamos nosso objetivo a cada paciente atendido, aí aqueles olhinhos que falamos que ficam brilhando e um pouco úmidos passam a fazer parte é de nós ao realizar!”.

Quem gostou do conteúdo? Vou compartilhar com vocês o Instagram deles: @dr_bittencourt      @fernandacastromiranda e @clinicacare_

Os especialistas Dr. Antônio José Bittencourt Rosa e  Drª Maria Fernanda Castro Miranda

 

CONSÓRCIO LIFE DIGITAL                    

Fazer um consórcio é a maneira mais prática de realizar a captação de recursos financeiros com a “união” de um determinado número de pessoas com o mesmo objetivo.

O Consórcio Life é especializado no segmento de saúde e estética. O plano life foi criado para tornar acessíveis procedimentos médicos com ênfase em estética e odontológica com o objetivo de democratizar um estilo de vida e autoestima, antes restrito a poucos privilegiados. A forma mais simples, econômica e segura de você realizar seu sonho. Aproveite e acesse o link que vou deixar aqui para quem se interessar fazer uma simulação: https://consorciolife.com.br/af/23VMJPCNCC

 

CONFORTO EM PRIMEIRO LUGAR

A consultora de estilo Roraine Zanetti, com 12 anos de experiência em moda e varejo, trabalhou em grandes marcas nacionais, tais como Animale , Sacada, realizou pesquisa de moda internacional e desfile na Suíça, conta que, de olho nesse novo comportamento do consumidor, os varejistas deixaram de lado as roupas formais, como ternos, vestidos e sapatos sociais. Em vez disso, passaram a apostar em malhas confortáveis, calças de moletom e pijamas. A mudança impactou diretamente as vendas do tênis que é símbolo de conforto e estilo.

Segundo Roraine “vestir-se de uma forma mais livre e de acordo com o que somos pode parecer simples. Mas, numa sociedade marcada por regras e padrões estéticos, essa tarefa nem sempre é fácil e conseguir ter um estilo próprio pode ser um desafio. Por isso, a consultora  defende um guarda-roupa mais livre de padrões e mais alinhado à personalidade de cada um. Roraine ainda acrescenta que essa mudança já estava sendo pontuada e com a pandemia  ganhou força total, inclusive o estilo home wear que veio para ficar.

Vou deixar aqui o email de Roraine para quem tiver interesse numa consultoria: anezanetti@hotmail.com

A consultora de estilo Roraine Zanetti

 

CORONAVÍRUS & CORAÇÃO     

Hoje o meu convidado especial é o renomado cardiologista Dr. Muniz. Hoje falaremos sobre a relação entre coronavírus e o coração.

Relatos demonstraram que, além de insuficiência respiratória, o desenvolvimento da insuficiência cardíaca colaborou para inúmeras mortes registradas por Covid-19 desde o início.

O Colégio Americano de Cardiologia citou que 40% dos hospitalizados com a infecção apresentavam alguma patologia cardiovascular ou cerebrovascular prévia.

Essa maior suscetibilidade ao Covid-19 se explica pelo fato de o sistema imunológico das pessoas já serem deficientes, uma vez que outra doença já se instalou. Então infectadas, elas correm um maior risco de exibir complicações sérias comparadas a pessoas saudáveis.

Todos devem tomar as medidas orientadas pelas autoridades de saúde, mas os portadores de cardiopatias devem ter mais atenção e redobrar os cuidados para minimizar a probabilidade de contágio, conclui Dr. Muniz.

O cardiologista Dr. Muniz

 

TOQUE MINEIRO

Através de mãos mineiras, a tradução do sabor 100% natural!

Com o conhecimento e muito amor para trazer produtos artesanais com qualidade. De geleias a conservas, o objetivo do Toque Mineiro é dar a você uma explosão de sabores e sensações! Que tal experimentar?   Vou compartilhar o Instagram: @toquemineiroartesanal

 

ESPERANÇA  por Drª Marcela Muniz (cardiologista)     

Antes do desenvolvimento das vacinas Salk e Sabin contra a poliomielite era comum ver imagens de crianças paralisadas. Mas nas últimas três décadas, as vacinas levaram a uma redução de 99,9% nos casos de pólio.

As vacinas contra a Covid -19 estão chegando para nos proteger também.

As vacinas para covid-19 estão sendo testadas da mesma forma que as vacinas para outras doenças. Elas foram desenvolvidas rapidamente graças à redução da burocracia e grandes investimentos.

Ao impedir que fiquemos infectados, a vacinação nos permite reduzir o uso de antibióticos e antivirais, limitando, portanto, a insurgência de cepas de bactérias e vírus resistentes a medicamentos.

Quando um número suficiente de pessoas é vacinado contra uma doença infecciosa como covid-19, a disseminação pode ser efetivamente interrompida, pois haverá poucas pessoas para infectar. Isso é conhecido como imunidade de rebanho.

Alcançar a imunidade coletiva significa que mesmo aqueles que não podem receber a vacinação estão protegidos.

O foco da vacinação é evitar que mais pessoas adoeçam, necessitem de internação e morram. Além disso, é um ato coletivo e não individual. Ao se vacinar, você também protege as pessoas ao seu redor e quem você ama.

Cardiologista Drª Marcela Muniz

 

CLÍNICA DE VACINAS MAIS SAÚDE

A Clínica de Vacinas Mais Saúde é pioneira em Barbacena e região, sendo fundada há 25 anos pelo inesquecível Dr. João Crespo. Desde Agosto de 2019, sob nova direção e com um novo formato, a Mais Saúde tem como Responsável Técnica a enfermeira Priscila Barros e recentemente vinculada a Clínica Crescer nos tornamos Mais Saúde – Crescer, um fortalecimento que a alia a competência e experiência da clínica de vacina com a credibilidade e o foco na assistência da Clinica Crescer – Clínica de Pediatria Avançada, idealizada e administrada pelo pediatra Dr Arles Mescolin de Paula.

Com foco na promoção da saúde e do bem-estar de seus clientes, a Mais Saúde desempenha com excelência o trabalho de vacinação em recém-nascidos, crianças, adolescentes, adultos, gestantes e idosos. Está localizada no 3° andar do Hospital São Francisco e conta também com atendimento domiciliar, oferecendo maior conforto e flexibilidade aos seus clientes.

 

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Antônio Carlos Andrada

Financiamento público é corporativismo inaceitável

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Por

Toninho

Um dos debates mais longos e inconclusos é o que trata da reforma política. Que o nosso sistema é confuso, incoerente, recheado de distorções, contaminado pela corrupção, partidos que nada ou pouco representam e eleitos com baixíssima qualidade, poucos discordam. É quase unanimidade a necessidade urgente de mudanças. Mas o que implementar para substituir o atual sistema é o grande problema: entre imediatistas que visam somente as próximas eleições e a sobrevivência política, e os que idealizam um sistema representativo moderno que atenda as demandas da população por transparência e autenticidade, há um mar imenso de possibilidades e conflitos entre interesses vários. E na ausência de consensos mais arrojados e estruturais, o nosso sistema eleitoral vai sendo submetido a remendos de tempos em tempos para atender às aflições circunstanciais. E quase sempre, prevalecem a velhacaria e a lógica do corporativismo da classe política dominante, que olha para o umbigo da reeleição mesmo que seja preciso golpear a democracia, a representação e o interesse geral. Tem sido assim por décadas, e tudo leva a crer que assim permanecerá por um bom período.

No Brasil, ensina a nossa história, reformas políticas mais amplas e estruturais precisam ser conduzidas pelo poder executivo, que detém poderes e instrumentos para conduzir o processo junto ao Congresso Nacional e blindá-lo contra a mesquinhez, sempre muito bem sedimentada e ágil. Ocorre que o presidente Fernando Henrique venceu sob a plataforma ‘parlamentarista’ do programa tucano e simplesmente o ignorou. Optou pelo imediatismo da reeleição, e com ela as distorções que já eram grandes aumentaram. Lula venceu com enorme prestígio e popularidade. Não mudou nada, o sistema eleitoral continuou com suas incoerências e deficiências, e foi ainda mais degradado pelos desmandos do ‘mensalão’. Bolsonaro afastou-se dos políticos e dos partidos, e com discurso de mudança radical do sistema ganhou como o ‘antipolítico’ ou ‘antisistema’. Acabou nos braços do ‘centrão’, o mesmo do ‘mensalão’ de Lula e da reeleição de FHC, e abraçado ao tronco do negacionismo inconsequente.

Na ausência de vontade política para uma reforma que possa de fato mudar algo para melhor, os arranjos e puxadinhos permaneceram e continuam.

Uma dessas providências foi a adoção do financiamento público. Acossada pela opinião pública estarrecida com as denúncias de corrupção da ‘operação lava-jato’, a classe política logo deu um jeitinho para contornar as coisas, pelo menos na aparência: nas eleições, o financiamento privado pelas empresas seria proibido e substituído pelo financiamento com dinheiro público. Mudava-se apenas a fonte dos recursos, mas o modus operandi permanecia intocável e foi piorado ainda mais pela nova prática. Por si só o financiamento público é escandaloso, uma aberração.

Em termos éticos e conceituais, como justificar o uso de dinheiro público para bancar projetos pessoais de candidatos aqui e acolá e de cúpulas partidárias que não passam de ‘grupos de interesse’ sem qualquer representatividade popular? Há muito os nossos partidos estão desmoralizados e as 35 legendas existentes atualmente não passam de uma ‘sopa de letrinhas’. Insignificantes para a sociedade, os partidos contemporâneos são meras estruturas burocráticas e cartoriais para amealhar recursos públicos e manobrar candidaturas, acordos e coligações, sem transparência ou coerência. Um sistema frouxo, no qual quem perde hoje vira governo amanhã, numa lógica de barganhas bizarras, e assim vai. Se um partido não dá o que determinado parlamentar quer, ele muda de legenda num troca-troca desenfreado… enfim, um sistema partidário inócuo e desacreditado que não atende ninguém a não ser seus próprios membros.

Para se ter a dimensão dos recursos envolvidos no financiamento público, nas eleições gerais de 2018 os partidos receberam R$ 1,7 bilhão destinados ao Fundo Especial de Campanhas Eleitorais e mais R$ 900 milhões repassados ao Fundo Partidário, para a manutenção de suas atividades (aluguéis, funcionários, veículos, divulgação, consultorias, pesquisas etc). Como o Fundo Partidário é anual a estimativa para os cinco anos até as eleições gerais de 2022 é de R$ 4 bilhões em repasses aos partidos brasileiros. Somados aos R$ 1,7 repassados ao Fundo Eleitoral de 2018 e de pelo menos outros R$ 4 bilhões que deverão ser gastos em 2022 (fala-se em R$ 5,7 bilhões), o orçamento da União gastará um total estimado de R$ 9,7 bilhões neste curto período (média de quase R$ 2 bilhões anuais). Esta cifra astronômica para ‘bancar’ partidos políticos e candidaturas aleatórias, de incontáveis desconhecidos e aventureiros. Num país onde 104 milhões de brasileiros vivem com apenas R4 413,00 mensais, e falta tudo, de saneamento básico a segurança, escolas e hospitais, e que o desemprego e subemprego assombram milhões famílias de norte a sul. Um escárnio!

E a jogatina político-eleitoral não para aí. Além dos Fundos, a classe política manteve a doação para pessoas físicas até o limite de 10% das suas rendas. Assim, os ricos doam milhões para si mesmos e bancam suas campanhas num jogo completamente desigual. Por que não adotar um valor único igual e fechado para estas doações? Mas fazer o certo é complicado, e na maioria das vezes tem prevalecido o inverso, as acrobacias e os malabarismos tupiniquins.

Seria bem mais fácil e econômico para os contribuintes elaborar uma legislação para regular eventuais contribuições privadas, sem a excrescência do financiamento público. Bastaria limitar o valor da doação pelas empresas não considerando o tamanho delas. As grandes, médias e pequenas empresas poderiam doar até o mesmo teto, para um, dois ou três candidatos apenas. Empresas que prestassem serviços para governos municipais, estaduais e federais estariam impedidas de doar. As que doassem, ficariam impedidas de prestar serviços públicos por um ou dois anos. Enfim, bastariam regras claras e transparentes para dar um fim aos desvios e escândalos desnudados na ‘lava-jato’. Mas para arrecadar fundos privados neste cenário extremamente limitado e regrado os candidatos precisariam ter credibilidade, propostas coerentes, postura ética e capacidade de articulação, coisas raras hoje em dia.

Ao invés de valorizar a capacidade de trabalho e a boa ação política, preferiram o caminho mais fácil, o de abocanhar o orçamento da nação para financiar seus projetos pessoais através dos Fundos públicos: o dinheiro chega fácil e basta apenas ser amigo dos ‘chefões’ dos partidos. E até para garantir uma cota mínima independente das cúpulas partidárias, os deputados federais e senadores criaram em lei o direito a financiamento público automático. Outra violência porque privilegia quem está no exercício do mandato em detrimento dos inúmeros candidatos que disputam pela primeira vez ou que não tem mandato eleitoral. Sem contar, ainda, que os parlamentares contam com estruturas custeadas com dinheiro público – gabinete, funcionários, ajuda de custo, verbas funcionais etc. Uma quebra vergonhosa do equilíbrio nas disputas.

Agora o Congresso Nacional prepara-se para votar mais uma ‘reforma’ política. Como das outras vezes, nada de substancial mudará, apenas o que interessa aos parlamentares e seus projetos imediatos e/ou midiáticos. Tratar da qualidade da representação popular ninguém se aventura. Os Fundos Partidário e Eleitoral permanecerão intactos – e possivelmente receberão vultuosos recursos, o caciquismo nos partidos ficará inalterado para o manejo seguro dos recursos públicos, os chamados partidos nanicos continuarão existindo e recebendo recursos – mesmo sem votos nas urnas.

Não à toa a política perde espaço, credibilidade. A decepção aumenta em ritmo avassalador. E desencantado com eleições que pouco representam os seus desejos de mudanças e transformações, a abstenção cresce e, também, os votos brancos e nulos.

Diz um velho adágio popular que ‘a esperteza quando é muita cresce, vira bicho e engole a gente’. Não percebe a classe política que sem legitimidade há um descolamento contínuo da realidade, ao ponto de hoje os próprios políticos terem vergonha de se apresentarem como tal em público, temerem constantemente as vaias, não andarem nas ruas e se esconderem em redes sociais onde não há diálogo nem o ‘cara a cara’. E cada vez mais a política institucionalizada perde espaço para movimentos e iniciativas sociais desvinculados de partidos e políticos, itens considerados descartáveis por boa parte dos cidadãos.

Com tamanhas aberrações, o nosso sistema político-eleitoral caminha para o desastre da insignificância, e nesse caminho, corre ainda o risco de atropelamento quando a população – já irritada, desconfiada, sofrida e descrente – decidir dar um basta geral.

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