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Covid-19 é a principal causa de afastamento do trabalho em 2021

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A Covid-19 foi a principal causa de afastamentos do trabalho acima de 15 dias e gerou o maior número de benefícios por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) nos primeiros sete meses de 2021. 

Até julho, foram 68.014 concessões, segundo dados do Ministério do Trabalho e Previdência. O número já equivale a 54,5% das liberações para segurados com a doença em todo ano passado.

Em 2020, a Covid-19 foi a terceira maior causa de concessões de benefício por incapacidade temporária no país, ficando atrás apenas de problemas relacionados à coluna e ombro. Em 2019, no total, foram 37.045 liberações do antigo auxílio-doença devido à doença. 1,6% do total de concessões do benefício em 2020, que foi de 2.341.029.

O Ministério do Trabalho e Previdência não informou, até o fechamento desta reportagem, o número geral de concessões de auxílio-doença de janeiro a julho deste ano, por isso, não há como informar o que as 68.014 liberações representam em relação ao total.

Especialistas apontam que deve persistir a médio prazo o crescimento no número de concessões de benefícios por incapacidade por causa das sequelas decorrentes da Covid-19.

Fonte: G1

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Gasolina fica 7% mais cara e diesel sobe 9%, reajusta Petrobras

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A Petrobras comunicou, nesta segunda-feira (25), que os preços da gasolina e do diesel sofrerão nova alta nas refinarias a partir desta terça-feira (26).

O preço médio da gasolina passará de R$ 2,98 para R$ 3,19 (reajuste médio de R$ 0,21, 7,04%). 

Já o diesel passará de R$ 3,06 para R$ 3,34 por litro, reajuste médio de R$ 0,28 por litro (9,15%).

ICMS sobre o diesel congelado em Minas 

O novo reajuste já estará inserido no congelamento do valor de referência do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviço (ICMS) sobre o combustível em Minas, anunciado pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). 

Com isso, a cobrança do ICMS pelo litro do diesel — que é de 15%, conforme definido pelo Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) — será mantida com os valores atuais. 

Ou seja, o consumidor mineiro será um pouco menos impactado com a nova alta.

Fonte: Itatiaia

 

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