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Forró pode se tornar Patrimônio Cultural do Brasil

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Basta a sincronia envolvente entre a sanfona, o triângulo e a zabumba para surgir a vontade de arrastar o pé e dançar colado. Conseguiu identificar o ritmo? Forrobodó, arrasta-pé ou farra são algumas variações para o forró; dada sua importância, o ritmo pode em breve se tornar Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.

O forró chegou ao país no século 19, na região de Pernambuco, onde, segundo os historiadores, aconteciam os bailes populares.

A consagração nacional veio nos anos 1950, graças ao ícone do gênero musical Luiz Gonzaga, que gravou a música “Forró de Mané Vito” e popularizou o ritmo, marcado pela alegre sinfonia do acordeon.

Desde então, o forró nunca deixou de ser um fenômeno musical bastante brasileiro, com variações que passam pelo xote, o baião, o xaxado, o arrasta-pé, forró universitário, eletrônico e outras variantes que espalharam o gênero pelos quatro cantos do país.

Com isso, o forró está prestes a se tornar Patrimônio Imaterial do Brasil após um pedido apresentado pela Associação Balaio do Nordeste e pelo Fórum Forró de Raiz da Paraíba. O pedido recebeu, ainda, o consentimento, por meio de abaixo-assinado, de 423 forrozeiros de todo o país.

Diversas expressões das músicas, danças e artes performáticas do Brasil já são registradas como Patrimônio Cultural. Segundo o Iphan, o primeiro registro de um gênero musical foi o Samba de Roda do Recôncavo Baiano.

Fonte: CNN

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Ministério Público resgatou 1,6 mil pessoas em situação de escravidão

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Um levantamento do Ministério Público do Trabalho (MPT) mostra que ao menos 1.671 trabalhadores foram resgatados de situações de escravidão em 2021. Todos esses resgates foram feitos em operações conjuntas que contaram com a participação do MPT. Segundo o próprio órgão, o número total de resgates em 2021 pode ser ainda maior, se forem considerados dados estatísticos a serem divulgados pelos demais órgãos públicos.

Dentre as operações realizadas, os órgãos fiscalizaram diferentes setores da economia, como a extração da carnaúba, plantações de café e cana-de-açúcar, garimpos, carvoarias e pedreiras, construção civil e oficinas de costura. Participaram das operações integrantes do grupo móvel nacional, como Auditoria Fiscal do Trabalho, vinculada ao Ministério do Trabalho e Previdência, Ministério Público Federal, Defensoria Pública da União, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal.

Uma das modalidades de trabalho escravo mais identificadas pelo MPT em áreas urbanas foi o trabalho escravo doméstico, tendo as mulheres negras como principais vítimas. O órgão ainda aponta um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) de 2019, que mostra que mais de 6 milhões de brasileiros e brasileiras dedicam-se a serviços domésticos. Desse total, 92% são mulheres – em sua maioria negras, de baixa escolaridade e oriundas de famílias de baixa renda.

Na avaliação do MPT, o aumento das denúncias de trabalho escravo no setor acontece graças ao empoderamento da categoria das empregadas domésticas ao longo da última década, dentre outros fatores.

O MPT anunciou também um acordo feito esta semana com municípios para promover cursos para a rede de assistência às vítimas de trabalho escravo. O projeto é voltado a profissionais da rede municipal de assistência social e outros profissionais que atendem vítimas de trabalho escravo e tráfico de pessoas, como técnicos e servidores da saúde, direitos humanos e segurança pública.

Fonte: Agência Brasil

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