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Mulheres chefes de família destacam benefícios socioassistenciais do Governo de Minas

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Neste domingo (08), Dia das Mães, a subsecretária de Assistência Social da Sedese, Mariana de Resende Franco, enfatizou que “Os serviços socioassistenciais são sempre pensados para apoiar e fortalecer o protagonismo da mulher. E elas são prioritariamente beneficiadas em todos os serviços, projetos e benefícios”. 

No ano passado, segundo Mariana, a Sedese realizou a destinação do Auxílio Emergencial Mineiro para minimizar os efeitos da pandemia na vida de pessoas vulneráveis. “O pagamento foi destinado a 1.072.055 famílias, sendo que destas, quase 50% são monoparentais, ou seja, chefiadas por mulheres. Estas famílias tiveram prioridade no recebimento do benefício e acesso ao recurso nos primeiros dias do calendário de pagamento”, disse. 

Desde o início da pandemia, os programas temporários socioassistenciais da Sedese já destinaram mais de R$1 bilhão para minimizar os impactos da pandemia de covid no estado. O Auxílio Emergencial garantiu benefício financeiro, no valor de R$600, às famílias que se encontravam em situação de extrema pobreza. 

O Bolsa Merenda, lançado no primeiro ano da pandemia, assegurou também aporte de R$91 milhões, beneficiando 335 mil famílias mineiras, com a destinação temporária de R$50,00, por seis meses, para cada estudante da rede estadual em situação de pobreza e extrema pobreza, como forma de reduzir os impactos com a paralisação das aulas presenciais. 

Já o Renda Minas, também lançado em 2020, investiu R$315 milhões, beneficiando mais de 2 milhões de pessoas, das 942 mil famílias no estado. O programa garantiu o complemento da renda a milhares de famílias em situação de extrema pobreza, com renda mensal per capita de até R$89. O benefício foi pago em três parcelas, destinando, em média, R$117 em cada uma das famílias com até três pessoas. 

Fonte: Agência Minas

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Operação Angry Bird prende oito pessoas e apreende mais 100 pássaros na Zona da Mata

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Oito pessoas foram presas e mais de 100 pássaros silvestres apreendidos durante a Operação “Angry Bird” realizada nesta sexta-feira (20) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e outros órgãos de segurança na Zona da Mata mineira e no estado do Rio de Janeiro. O objetivo da ação foi combater o tráfico interestadual de animais silvestres e lavagem de dinheiro.

Ao todo, foram expedidos pela 3ª Vara Criminal da Comarca de Barbacena, 13 mandados de prisão e busca e apreensão em Juiz de Fora, Lima Duarte, Bias Fortes e Duque de Caxias (RJ). Deste total, 8 foram cumpridos.

Segundo o promotor de Meio Ambiente, Alex Fernandes, os envolvidos formaram uma organização criminosa destinada exclusivamente ao tráfico de animais silvestres, sendo a única fonte de renda deles.

Os pássaros eram caçados em Juiz de Fora, Ibitipoca, Lima Duarte, Bias Fortes.
Além do tráfico e lavagem de dinheiro, os investigados também são acusados de maus-tratos de animais e comércio irregular de arma de fogo.

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