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Rock in Rio terá palco 100% reciclável

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Após dois anos de pandemia, o Rock in Rio volta a ser realizado na cidade do Rio de Janeiro. Ontem (6), a organização do evento apresentou o Palco Mundo, a principal e a maior estrutura para os shows do festival. A novidade é que o palco será feito em aço, com estrutura reutilizada e 100% reciclável. 

“Cada vez a gente mostra que é possível sonhar grande e fazer acontecer. Esse palco é mais um exemplo disso. A gente entende que nossa história vai inspirar a de outras pessoas. É essa história que a gente quer contar”, diz o CEO Rock In Rio, Luis Justo. 

Ele destaca que garantir a sustentabilidade e envolver todos os parceiros nessa política é uma das metas fixadas pelo festival. O palco este ano será feito em parceria com a Gerdau, a maior empresa brasileira produtora de aço. Segundo o CEO da Gerdau, Gustavo Werneck, a sustentabilidade é também uma preocupação da empresa. “Temos que implantar ações o mais rápido possível, para que possamos continuar usando recursos que existem no planeta e deixar para as gerações que vêm depois de nós”, afirma

Estrutura

No Palco Mundo, serão usadas aproximadamente 200 toneladas de aço, o equivalente à fabricação de 200 carros. O palco terá 30 metros de altura, similar a um prédio de dez andares, e 104 metros de largura, equivalente a duas piscinas olímpicas. 

O material será 100% reciclável, ou seja, a cenografia do Palco Mundo será eternamente reaproveitada quando deixar de ser palco, podendo se transformar em casas, edifícios, carros, centros hospitalares, entre outros. 

Ao todo, mais 1 de milhão de pessoas, incluindo catadores e cooperativas, estão envolvidas no processo de reciclagem da Gerdau. A maior parte ,73%, do aço da Gerdau é produzida a partir da reciclagem da sucata metálica. 

Fonte: Agência Brasil

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Operação Angry Bird prende oito pessoas e apreende mais 100 pássaros na Zona da Mata

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Oito pessoas foram presas e mais de 100 pássaros silvestres apreendidos durante a Operação “Angry Bird” realizada nesta sexta-feira (20) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e outros órgãos de segurança na Zona da Mata mineira e no estado do Rio de Janeiro. O objetivo da ação foi combater o tráfico interestadual de animais silvestres e lavagem de dinheiro.

Ao todo, foram expedidos pela 3ª Vara Criminal da Comarca de Barbacena, 13 mandados de prisão e busca e apreensão em Juiz de Fora, Lima Duarte, Bias Fortes e Duque de Caxias (RJ). Deste total, 8 foram cumpridos.

Segundo o promotor de Meio Ambiente, Alex Fernandes, os envolvidos formaram uma organização criminosa destinada exclusivamente ao tráfico de animais silvestres, sendo a única fonte de renda deles.

Os pássaros eram caçados em Juiz de Fora, Ibitipoca, Lima Duarte, Bias Fortes.
Além do tráfico e lavagem de dinheiro, os investigados também são acusados de maus-tratos de animais e comércio irregular de arma de fogo.

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