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Brasil é o quinto maior produtor de lixo eletrônico

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Fones de ouvido, pilhas, celulares, eletrodomésticos. Todos esses utensílios, quando deixam de funcionar e não são mais aproveitados, viram lixo eletrônico. O Brasil é o quinto maior gerador desse lixo no mundo. Mesmo assim, muita gente ainda não sabe o que é esse tipo de resíduo e como ele deve ser descartado para evitar danos ao meio ambiente e à saúde humana. 

A maior parte dos brasileiros (87%) já ouviu falar em lixo eletrônico, mas um terço (33%) acredita que esse lixo está relacionado ao meio digital, como spam, e-mails, fotos ou arquivos. Para outros 42% dos brasileiros lixo eletrônico são aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos quebrados e 3% acreditam que são todos os aparelhos que já viraram lixo, ou seja, apenas os que foram descartados, inclusive aqueles que acabam incorretamente em aterros ou na natureza.

A pesquisa também especificou alguns produtos para saber se as pessoas os reconheciam como lixo eletrônico. Mais de 90% acreditam que celulares, smartphones, tablets, notebooks, pilhas e baterias são lixo eletrônico e estão corretos. Houve, no entanto, muitas respostas erradas: 51% não acham que lâmpadas comuns, incandescentes e fluorescentes são lixo eletrônico; 34% acreditam que lanternas não são lixo eletrônico; e 37% acreditam que balanças não são lixo eletrônico. Na verdade, todos esses objetos são lixo eletrônico. 

O descarte incorreto de lixo eletrônico é considerado um problema, pois os componentes químicos podem ser prejudiciais ao meio ambiente e à saúde humana. Apenas o Brasil descartou, em 2019, mais de 2 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos, sendo que menos de 3% foram reciclados, de acordo com o relatório desenvolvido pela Universidade das Nações Unidas. 

Fonte: Agência Brasil

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Gasolina fica 7% mais cara e diesel sobe 9%, reajusta Petrobras

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A Petrobras comunicou, nesta segunda-feira (25), que os preços da gasolina e do diesel sofrerão nova alta nas refinarias a partir desta terça-feira (26).

O preço médio da gasolina passará de R$ 2,98 para R$ 3,19 (reajuste médio de R$ 0,21, 7,04%). 

Já o diesel passará de R$ 3,06 para R$ 3,34 por litro, reajuste médio de R$ 0,28 por litro (9,15%).

ICMS sobre o diesel congelado em Minas 

O novo reajuste já estará inserido no congelamento do valor de referência do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviço (ICMS) sobre o combustível em Minas, anunciado pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). 

Com isso, a cobrança do ICMS pelo litro do diesel — que é de 15%, conforme definido pelo Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) — será mantida com os valores atuais. 

Ou seja, o consumidor mineiro será um pouco menos impactado com a nova alta.

Fonte: Itatiaia

 

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